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segunda-feira, 27 de outubro de 2014

EBD - CPAD - 4º Trimestre de 2014 - 4ª Lição - A Providência Divina Na Fidelidade Humana

A
PROVIDÊNCIA DIVINA NA FIDELIDADE HUMANA
Texto Áureo Dn. 3.17 – Leitura Bíblica Dn. 3.1-14

INTRODUÇÃO: No capítulo 3 de Daniel nos voltaremos para a instituição da religião humana. Veremos que Nabucodonosor decidiu construir uma imagem e que essa deveria ser adorada. No entanto, os servos de Deus, em obediência a Sua palavra, decidiram ser fiéis ao Senhor, e não se prostraram diante dela. Além de ressaltar a fidelidade de Ananias, Mizael e Azarias, destacaremos a providência divina, quando os jovens foram lançados na fornalha de fogo, para serem mortos.
1. A RELIGIÃO DE NABUCODONOSOR: Em Dn. 3, Nabucodonosor, em sua embriaguez pelo poder, constrói uma estátua. Ele pensava ser um deus, não se contentou em ser apenas humano. Esse é o princípio do pecado, tanto Lúcifer (Is. 14.14) quanto Adão e Eva quiseram ser iguais a Deus (Gn. 3.5). A famigerada fome pelo poder tem levado alguns líderes a atitudes insanas. Alimentados pela bajulação, até mesmo os líderes evangélicos tem caído nesse pecado. Ainda bem que existem aqueles que não se dobram diante desse servilismo. Os cultos às celebridades evangélicas estão causando estragos às igrejas. Há aqueles que se negam a cultuar o ser humano, dando-lhe a glória que somente pertence a Deus. A religião de Nabucodosor se destaca pelo totalitarismo, apenas a sua palavra é final, com ninguém se aconselha. A consciência dos seus súditos é controlada a fim de manter sua opressão. 

EBD - CPAD - 4º Trimestre de 2014 - 3ª Lição - O Deus que Intervém na História

Deus intervém na história para que os seus servos não sejam humilhados e para a glorificação do seu nome.
O capítulo dois do livro de Daniel se constitui da revelação do plano divino para com o povo judeu e os povos gentios, para os quais Deus revela a sua soberania sobre os governos mundiais e o estabelecimento do reino messiânico. Deus intervém na história para fazer valer seus desígnios na vida da humanidade. Neste capítulo, a Babilônia aparece como dona do mundo e Nabucodonosor é o grande rei. Aproximadamente em 604 a.C., num período em que a Babilônia atingiu o seu apogeu, quando, de repente, a tranquilidade de Nabucodonosor foi ameaçada por um sonho perturbador que o deixou sem dormir. Por providência divina, o rei esqueceu o sonho para que os desígnios divinos fossem revelados ao profeta visionário Daniel. Na primeira parte do capítulo 2 temos a intervenção divina para salvar Daniel e seus amigos. A ordem do texto ajudará a entender como Deus trabalha nas circunstâncias adversas.

EBD - CPAD - 4º Trimestre de 2014 - 2ª Lição - A firmeza do caráter moral e espiritual de Daniel

Por Eliseu Antonio Gomes

No ano 605 a.C., Nabucodonosor dominou a Síria e a Palestina. No ano 606, sitiou Judá e Jerusalém e confiscou utensílios de valor do templo de Jerusalém que eram consagrados a Jeová e os levou para a Babilônia para depositá-los perante seu deus. Destruiu os muros da cidade de Jerusalém e queimou o templo de Jerusalém. Também, levou consigo nobres da casa real que eram versados em conhecimentos gerais e ciência. Cumpriu-se assim a profecia do profeta Isaías ao rei Ezequias, proferida muitos anos antes (2 Reis 25.8-21; Isaías 39.1-6), e o pronunciamento da profetiza Hulda (2 Crônicas 43.22-28). Além de cumprirem-se as profecias de Jeremias 25.11, Miqueias 4.10  e Habacuque 1.5-11.

O primeiro capítulo do livro de Daniel apresenta a história de Daniel, Ananias, Misael e Azarias, situando-os no processo de deportação de Jerusalém para a Babilônia de Nabucodonosor. Dá ênfase no caráter ilibado de Daniel e seus três amigos, que mesmo forçados a viverem em uma sociedade distante de Deus não se deixaram influenciar por seus costumes pagãos.

EBD - CPAD - 4º Trimestre de 2014 - 1ª Lição - Daniel, nosso contemporâneo

Por Eliseu Antonio Gomes 

O nome Daniel é a forma grega do nome hebraico, que quer dizer "Deus é meu juiz". Diversas passagens do livro informam que sua autoria pertence a Daniel. A narrativa em primeira pessoa, a partir do capítulo 7 e versículo 2 e as palavras de 12.4, como também as palavras de Jesus em Mateus 24.15 nos faz entender que Daniel é o autor da obra.

A vida de Daniel resume o exílio do povo de Judá. Poucos detalhes se sabe sobre ele, a não ser o que está relatado no livro que carrega seu nome. Sabemos que foi levado à Babilônia por volta de 605 a.C., quando adolescente. O fato ocorreu, aproximadamente, vinte anos antes da queda de Jerusalém. Durante décadas viveu distante de sua casa e próximo aos amigos Hananias, Mizael e Azarias. Viveu a maior parte de sua vida como exilado e serviu a reis idólatras sem se deixar influenciar pelos costumes da sociedade pagã.

Daniel é um bom exemplo para nós, cristãos do século 21:

EBD - CPAD - 4º Trimestre de 2014: Integridade Moral e Espiritual - O Legado do Livro de Daniel para a Igreja Hoje

Integridade moral e espiritual - O Legado do Livro de Daniel para a Igreja Hoje. Este é o tema escolhido para ser abordado no quarto trimestre de 2014 pela revista de escola dominical (CPAD), com comentários de Elienai Cabral.

O autor é Ministro do Evangelho, pastor da Igreja Assembleia de Deus de Sobradinho - DF, conferencista, escreveu vários livros, comentarista das revistas de Escola Dominical - Lições Bíblicas da CPAD, membro da Academia Evangélica de Letras e da Casa de Letras Emílio Conde.

Sumário:

Lição 1: Daniel, Nosso “Contemporâneo
Lição 2: A Firmeza do Caráter Moral e Espiritual de Daniel
Lição 3: O Deus que Intervém na História
Lição 4: A Providência Divina na Fidelidade Humana
Lição 5: Deus Abomina a Soberba
Lição 6: A Queda do Império Babilônico
Lição 7: Integridade em Tempos de Crise
Lição 8: Os Impérios Mundiais e o Reino do Messias
Lição 9: O Prenúncio do Tempo do Fim
Lição 10: As Setenta Semanas
Lição 11: O Homem Vestido de Linho
Lição 12: Um Tipo do Futuro Anticristo
Lição 13: O Tempo da Profecia de Daniel

E.A.G.

terça-feira, 27 de maio de 2014

EBD: 2º trimestre 2014 - 9ª Lição - O ministério de pastor

Por Eliseu Antonio Gomes

O apóstolo Paulo afirmou: "Esta é uma palavra fiel: se alguém deseja o episcopado, excelente obra deseja"- 1 Timóteo 3.1. Episcopado é a função pastoral.

No original do Novo Testamento, o vocábulo pastor é "poimen", que significa boiadeiro, pastor de ovelhas, alguém que cuida com carinho, alimenta, protege um rebanho. Nas páginas neotestamentárias, a palavra é aplicada com referência a Cristo (João 10.11,14, 16; Hebreus 13.20; 1 Pedro 2.25). Também, como referência a um pastor cristão a cujo carinho e liderança outras pessoas são confiadas por Jesus Cristo (Efésios 4.11).

Entre os cinco dons ministeriais, talvez o dom de pastor é o mais difícil de ser exercitado e também o mais desejado por aqueles que almejam exercer o ministério com fidelidade. O pastor necessita ser extremamente dedicado e ao mesmo tempo ter graça e unção de Deus para ser um obreiro considerado apto ao ministério cristão.

Sem dúvida, para alcançar o patamar de excelência pastoral, é indispensável que a pessoa esteja disposta a aprender os métodos de comunicação de Jesus, imitar a Jesus e ser o exemplo entre os fiéis.

EBD: 2º trimestre 2014 - 8ª Lição - O ministério de evangelista

Por Eliseu Antonio Gomes

Jesus Cristo declarou aos seus seguidores: "Vós sois a luz do mundo" - Mateus 5.14.

Paulo, abordando o testemunho de fé que devemos transmitir, declarou que exalamos o bom cheiro de Cristo: "E graças a Deus, que sempre nos faz triunfar em Cristo, e por meio de nós manifesta em todo o lugar a fragrância do seu conhecimento. Porque para Deus somos o bom perfume de Cristo, nos que se salvam e nos que se perdem. Para estes certamente cheiro de morte para morte; mas para aqueles cheiro de vida para vida" -  2 Coríntios 2:14-16 a.

No idioma grego, o termo evangelista é "ziw", palavra que significa proeminência e brilho, remete figurativamente ao mês de Ijar (ou Maio), que é o mês das flores. A raiz aramaica tem o sentido de esplendor, resplendor e satisfação. Assim sendo, podemos afirmar com certeza que o autêntico evangelista é todo aquele que reluz a luz de Jesus na escuridão e possui em si o perfume celestial sobressaindo no ambiente fétido do pecado.

EBD: 2º trimestre 2014 - 7ª Lição - O ministério de profeta

Por Eliseu Antonio Gomes

"E ele mesmo deu uns para apóstolos, e outros para profetas, e outros para evangelistas, e outros para pastores e doutores, querendo o aperfeiçoamento dos santos, para a obra do ministério, para edificação do corpo de Cristo" - Efésios 4.11-12.

Em 1 Corintios 12.10, Paulo escreve sobre o dom de profecia e em Efésios 4.11-12 aborda o dom ministerial de profeta. Ambos os dons envolvem dificuldades de entendimento para alguns. É equivocada e muito prejudicial a crença dos que julgam que o Espírito Santo só fala ao crente, ou revela, por meio do dom de profecias.

O Espírito Santo também interage de modo especial por intermédio daqueles que Deus deu à Igreja para cumprirem os cinco ofícios ministeriais: apóstolos; profetas; evangelistas; pastores; doutores / ou, mestres.

Jesus e os apóstolos demonstraram, por palavras e exemplos práticos, o quão é importante o ofício de profeta. A Igreja Primitiva é o modelo ideal a ser seguido pelas igrejas cristãs ao longo da História. Nas páginas neotestamentárias, observamos que tanto o dom de profecia quanto o dom ministerial de profeta têm valor essencial para o desenvolvimento espiritual salutar da igreja local. Portanto, é preciso valorizar de maneira igual, em suas especificidades, tanto os dons espirituais quanto os cinco dons ministeriais.

EBD: 2º trimestre 2014 - 6ª Lição - O ministério de apóstolo

Por Eliseu Antonio Gomes

"Jesus Cristo trouxe para bem próximo dEle doze discípulos para que aprendessem a Mensagem do Evangelho, para prepará-los e enviá-los como representantes em toda parte do mundo. "E subiu ao monte, e chamou para si os que ele quis; e vieram a ele. E nomeou doze para que estivessem com ele e os mandasse a pregar, e para que tivessem o poder de curar as enfermidades e expulsar os demônios" - Marcos 3.13-15.

Há mais de oitenta ocorrências do termo apóstolo no Novo Testamento. Deriva-se do verbo apostollõ, (em grego "eu envio") cuja significação  é pessoa enviada. A palavra "apóstolo" significa mais do que "mensageiro", está incorporada a ideia de que trata-se de alguém autorizado por quem enviou. Assim sendo, a palavra apóstolo tem a forte conotação de um delegado, um embaixador.

O principal apóstolo

Em Hebreus 3.1, a palavra apóstolo é aplicada a Jesus Cristo como Aquele que é Enviado de Deus.

Os discípulos receberam diretamente de Jesus a designação de apóstolos

EBD: 2º trimestre 2014 - 5ª Lição - Dons de locução

Por Eliseu Antonio Gomes

Que relação há entre os dons espirituais de locução e os talentos naturais da comunicação? Alguns dirão que nenhuma, outros que não existe diferença digna de nota. Devemos ignorar os extremos, porque Pedro e Paulo demonstraram considerar que o verbo "servir" (diakoneõ) como "dom espiritual", aludindo tanto aos serviços gerais como ao pastorado, que faz da fala a ferramenta principal de exercício do trabalho ministerial (Romanos 12.7; 1 Pedro 4.11).

Há uma diferença clara entre os talentos naturais e dons espirituais: o Criador nos fez perfeitos, providenciou talentos de expressão para homens e mulheres que com muita facilidade demonstram notáveis habilidades para o discurso e para a música. E, reservado às almas redimidas, que compõem a Igreja, por intermédio do Espírito Santo, Deus distribui dons sobrenaturais de capacitação. Assim, com bastante cautela precisamos observar o uso de talentos naturais e dons espirituais atuantes na Obra do Senhor, porque o Criador de toda a criação também é o Criador da nossa vida em Cristo Jesus, e em sua soberania instrumentaliza seus servos como lhe convém (Jeremias 1.5; Gálatas 1.15).   

É importante conhecer o propósito dos dons do Espírito, Saber qual é o propósito da existência deles, para evitar ser enganado e não envolver-se em confusão sobre eles na Igreja.

EBD: 2º trimestre 2014 - 4ª Lição - Dons de poder

Por Eliseu Antonio Gomes

A nossa existência, a nossa vida, é uma manifestação das mãos do Soberano. Os dons são presentes de Deus aos seus servos, devem ser usados para o avanço do Reino de Deus.

A história da Igreja é marcada por manifestações de poder. O sobrenatural permeia a vida dos servos do Senhor. 

Satanás e seus anjos caídos tentam a todo instante fazer com que o povo de Deus não observe os dons e até mesmo os rejeite. A Igreja de Cristo precisa ter e usar conscientemente os dons de poder para estes tempos trabalhosos a que se referiu o apóstolo Paulo (1 Timóteo 3.1).

Fazei discípulos (Mateus 28.19)

É de inteira responsabilidade do crente pentecostal, do ministro do Evangelho, levar a Palavra de Deus ao mundo inteiro com o objetivo de discipular as pessoas favorecidas com os dons do Espírito, porque o maior interesse do Senhor é que as pessoas alcançadas pelas bênçãos advindas dos dons alcancem a salvação de suas almas - haverá cobranças divinas se não houver ações de discipulado (Mateus 7.23).

EBD: 2º trimestre 2014 - 3ª Lição - Dons de revelação

Por Eliseu Antonio Gomes


"Para que o Deus de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai da glória, vos dê em seu conhecimento o espírito de sabedoria e de revelação" - Efésios 1.17.

Quando os escritores do Novo Testamento falam da Igreja, frequentemente a abordagem trata da unidade e da diversidade. Essas duas características são obras do Espírito Santo. A Igreja é uma, porque o Espírito é um em todos os crentes salvos. A Igreja é multifacetada porque o Espírito distribui os dons aos crentes - quais, quando, quantos, para quem e como Ele quer distribuí-los. Assim, o dom da salvação (que Deus nos dá) cria a unidade da Igreja; e os nove dons do Espírito (que o Espírito nos dá) diversificam o ministério da Igreja.

Em 1 Corintios 12.8-10 há uma classificação dos dons em uma lista contendo  nove dons.

sexta-feira, 11 de abril de 2014

EBD: 2º trimestre 2014 - 2ª Lição - O propósito dos dons espirituais

"Assim, também vós, como desejais dons espirituais, procurai sobejar neles, para a edificação da igreja" - 1 Corintios 14.12.

A experiência da vida cristã indica que grande parte das pessoas, nas igrejas pentecostais e neopentecostais, não sabe lidar muito bem com os recursos espirituais que Deus coloca à disposição dos crentes. A  começar pelo batismo com o Espírito Santo, há uma confusão de ideias sobre sua natureza, a forma de receber, usar, e sua finalidade.

Presentes

Os dons são presentes e não podem ser comprados. Deus nos deu o seu Filho para que fôssemos salvos. Alguém é capaz de comprar a salvação? Pode-se vender a vida eterna? Não. De igual forma os dons espirituais são presentes indispensáveis, recursos que não podem ser vendidos e nem barganhados. É o Espírito Santo quem os distribui gratuitamente e quem os recebe não tem condições de comercializá-los.

EBD: 2º trimestre 2014 - 1ª Lição - E deu dons aos homens

Neste trimestre estudaremos sobre os dons ministeriais e espirituais. Depois da morte e ressurreição de Cristo, acreditamos que os dons são uns dos assuntos mais relevantes do Novo Testamento para a Igreja de Cristo. Os dons espirituais e ministeriais são dádivas divinas para a Igreja atual. Alguns erroneamente afirmam que os dons foram para a igreja do primeiro século. Esta afirmação contraria a Bíblia, que diz em Joel 2.28: "E há de ser, depois, derramarei o meu Espírito sobre toda a carne, vossos filhos e vossas filhas profetizarão, os vossos velhos terão sonhos, e os vossos jovens terão visões". Os dons são para a Igreja de Cristo até a sua Segunda Vinda. O apóstolo Paulo declarou aos coríntios que não devemos ser ignorantes a respeito dos dons (1 Coríntios 12.1).

Na Palavra de Deus, encontramos três listas principais que tratam a respeito dos dons. As três listas se completam. Podemos encontrar a primeira lista em Romanos 12.4-8. Aqui estão relacionados os dons de serviço. A segunda lista está em 1 Coríntios 12 e nela encontramos listados os dons espirituais. A terceira relação se encontra em Efésios 4.11, onde encontramos os dons ministeriais. Tanto os dons de serviço quanto os ministeriais e espirituais têm como propósito a edificação do Corpo de Cristo.

sexta-feira, 14 de março de 2014

EBD 2014: 1º Trimestre - Deus escolhe Arão e seus filhos para o sacerdócio

Por Eliseu Antonio Gomes

Os sacerdotes

Homem nomeado para interceder junto a Deus em favor de homens e mulheres.

Na Antiga Aliança, o grupo de líderes do sexo masculino. Entre os judeus, os sacerdotes eram ministros diante do altar.

Segundo a ordenação de Deus a Moisés, a função se restringia a Arão e os filhos Nadabe e Abiú, apenas eles exerceriam a função, mas Nadabe e Abiú morreram perante o Senhor ao oferecer fogo estranho. Após isso a legislação levita compôs o sacerdócio apresentando Eleazar e Itamar, também filhos de Arão, e seus descendentes (Levítico 10.1-1-2).

Porém, não era o bastante ser homem e da família de Arão, havia o requisito de ser uma pessoa sem defeito físico também, pois o ofício sacerdotal representava o ministério de Jesus Cristo, Mediador entre os homens e Deus (Levítico 21.1-24; 1 Timóteo 2.5).

sexta-feira, 26 de julho de 2013

EBD 2013: 3º Trimestre - Lição 04 - Jesus, o modelo ideal de humildade

Por Eliseu Antonio

Os aspectos da humanidade e divindade de Cristo é a nossa lição exemplar sobre humildade. Sem dúvida, Jesus é o nosso modelo ideal de submissão, humildade e serviço (Filipenses 2.5-8).

A abordagem de textos bíblicos sobre as duas naturezas de Jesus

Jesus Cristo é o Verbo Divino, o Emanuel, Deus Conosco, verdadeiro homem e verdadeiro Deus. Ele é a plena revelação do Altíssimo, a encarnação do Deus Pai (João 1.1; 14.9-11; 20.28; Tito 2.13; Hebreus 1.8; Apocalipse 21.7).

Na Bíblia Sagrada, existem dois títulos que remetem ao que Ele é. Como ser humano, Cristo recebeu o título de Filho do Homem, e em referência à sua divindade Ele é chamado de Filho de Deus (Marcos 13.24; João 20.31).

Jesus Cristo revelou-se de maneira muito frágil, como um bebê, e humana, Jesus de Nazaré. A presença dEle na terra é a suprema mensagem divina à Humanidade. Ao fazer-se ser humano, Cristo esvaziou-se de sua glória celestial e não de sua divindade. Em sua humildade, ao vir ao mundo não quis ser detentor de autoridade política ou da religião judaica. Poderia ter experimentado opulência, ter nascido em palácio, ser posto em berço de ouro, porém, nasceu como o filho de Maria dentro de um estrebaria rodeado de animais e foi acomodado em uma manjedoura; cresceu adotado por José, o trabalhador braçal que sustentava a família como marceneiro;  viveu como cidadão israelita, como mais um entre tantos judeus em Israel.

EBD 2013: 3º Trimestre - Lição 03 - O comportamento dos salvos em Cristo

Por Eliseu Antonio

Na semana passada, uma pessoa comentava que não existe a palavra "evangélico" na Bíblia. Eu me dirigi a ela dizendo o seguinte: O substantivo "evangelho" significa Boas Novas. Jesus Cristo veio ao mundo trazendo a todos nós a boa notícia da salvação. Todas as pessoas que vivem e anunciam essa mensagem são descritas como evangélicas.

As características comportamentais de um cidadão do céu

"Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus" - Efésios 2.8.

A mensagem de salvação declara que o ser humano é salvo pela graça e amor de Deus, ninguém é capaz de escapar da perdição eterna por méritos próprios. As obras são o resultado da salvação e não a causa delas. Espera-se que o crente pratique obras de arrependimento e amor ao próximo para com a sociedade, comporte-se dignamente, com a consciência que é salvo e não pleiteiando ser salvo.

EBD 2013: 3º Trimestre - Lição 02 - Esperança em meio à adversidade

Por Eliseu Antonio Gomes

Deus não está doente

Deus se alegra com a fidelidade das almas, tem prazer em estar com pessoas fiéis em ocasiões de felicidade.

Inacreditavelmente, existem pessoas que acreditam que Deus se alegra com o sofrimento de seus servos, creem que Ele contribui para que os cristãos estejam envolvidos em situações trágicas de tribulações e fome.

Deus é são, não é sádico, não é carrasco. Deus não se alegra com o sofrimento humano, não aprova o coração de quem sinta prazer em viver sofrendo pela causa do Evangelho. O sentimento perverso do masoquismo, que é o prazer em sofrer, não tem nenhuma relação com o propósito do cristianismo. O mandamento do Senhor é que cada cristão queira o bem de si mesmo e também ame ao próximo (Gálatas 5.14).

Jesus Cristo - que é o caminho, a verdade e a vida - nos recomenda a orar pedindo a Deus que nos livre do mal (Mateus 6.13).

EBD 2013: 3º Trimestre - Lição 01 - Paulo e a Igreja de Filipos

Por Eliseu Antonio Gomes

Autoria, local e data da redação

A Carta aos Filipenses foi escrita por Paulo por volta de 60/63 d.C., está no grupo das cartas de prisão (Filipenses, Filemon, Colossenses e Efésios). Pelo nome de Timóteo estar citado na saudação inicial, versículo 1, ele é considerado coautor, sendo que todas as orientações são creditadas ao apóstolo.

Paulo estava preso quando a carta foi redigida. Há controvérsia entre os estudiosos quanto à cidade em que ele estava no momento da redação. Alguns acreditam que estava em Cesaréia, outros em Éfeso, no entanto parece claro que estivesse em Roma porque menciona a guarda romana pretoriana - tropa de elite que cuidava da segurança do imperador (4.22). Contudo, é preciso considerar que os administradores de colônias romanas eram chamados de pretores (Atos 16.22, 35, 36, 38).

A cidade 

Filipos foi fundada em 360 a.C. por Filipe da Macedônia, pai de Alexandre o Grande, construída na aldeia de Krenides em Tracia. Era uma pequena cidade usada como rota entre a Europa e a Ásia, serviu como um centro militar significativo e recebeu privilégios especiais. Sob o governo de Roma se tornou a principal cidade da Macedônia, um dos quatro distritos do que hoje é a Grécia.

EBD 2013: 2º Trimestre - Lição 13 - Eu e minha casa serviremos ao Senhor

Por Eliseu Antonio Gomes

"Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará" - João 8.32.

O cristão deve zelar por seu lar, vigiar e orar em todo tempo, para que sua casa nunca esteja alicerçada em fundamentos inseguros. Ao manter a vigilância em nosso cotidiano, o lar não é invadido pela imoralidade em que submerge o presente século.

"Honra a teu pai e a tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o SENHOR teu Deus te dá." - Êxodo 20.12. O primeiro mandamento como promessa precisa ser ensinado no lar de geração em geração.

O óbvio e ululante precisa ser levado em consideração em conversas familiares. O primeiro mandamento com promessa é dirigido aos filhos. E pais um dia foram filhos e a lógica é esperar que os filhos  se casem e se tornem pais. A vigilância em casa passa pela comunicação de qualidade, com pais instruindo filhos sobre o caminho do Senhor (Provérbios 22.6).

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