sexta-feira, 31 de outubro de 2014

1º Dia COJOVEM Assembleia de Deus - Itaporanga-PB

Hoje foi o primeiro dia do COJOVEM da Igreja Evangélica Assembleia de Deus de Itaporanga-PB, com o seguinte tema "Com Cristo, Juventude sem Crise" MT 16.18b, confira abaixo como foi a abertura:
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Dia 01 de Novembro de 2014 no ginásio "O Madrugão" a partir das 14:00horas terá Estudo Bíblico da Palavra de Deus, e a noite Culto de Louvor e adoração a Deus, com a participação do Cantor Emilio Guimarães.

VOCÊ É NOSSO CONVIDADO MAIS DO QUE ESPECIAL!



COJOVEM 2014 - Assembleia de Deus de Itaporanga-PB

Nestes dias 31, 01 e 02 de Novembro de 2014, a Igreja Evangélicas Assembleia de Deus estará realizando um "COJOVEM" que é o Congresso de Jovens, veja a programação:

31/10/2014 - Abertura a noite na Quadra "O Madrugão" no colégio do Adalgisa Teodulo;
01/11/2014 - Estudo da Palavra de Deus a tarde e culto a noite na Quadra "O Madrugão" no colégio do Adalgisa Teodulo;
02/11/2014 - Estudo da Palavra de Deus pela manhã, logo após almoço com a Igreja e a noite encerramento do Congresso na Quadra "O Madrugão" no colégio do Adalgisa Teodulo.

Foram convidadas diversas caravanas da região, juntamente com alguns pastores.
O Pr. Francisco Prudêncio juntamente com a Igreja de Itaporanga convida você e toda sua família para participar desse congresso de Louvor e Adoração a Deus. Venha, Deus tem uma Palavra para sua vida!!

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

EBD - CPAD - 4º Trimestre de 2014 - 4ª Lição - A Providência Divina Na Fidelidade Humana

A
PROVIDÊNCIA DIVINA NA FIDELIDADE HUMANA
Texto Áureo Dn. 3.17 – Leitura Bíblica Dn. 3.1-14

INTRODUÇÃO: No capítulo 3 de Daniel nos voltaremos para a instituição da religião humana. Veremos que Nabucodonosor decidiu construir uma imagem e que essa deveria ser adorada. No entanto, os servos de Deus, em obediência a Sua palavra, decidiram ser fiéis ao Senhor, e não se prostraram diante dela. Além de ressaltar a fidelidade de Ananias, Mizael e Azarias, destacaremos a providência divina, quando os jovens foram lançados na fornalha de fogo, para serem mortos.
1. A RELIGIÃO DE NABUCODONOSOR: Em Dn. 3, Nabucodonosor, em sua embriaguez pelo poder, constrói uma estátua. Ele pensava ser um deus, não se contentou em ser apenas humano. Esse é o princípio do pecado, tanto Lúcifer (Is. 14.14) quanto Adão e Eva quiseram ser iguais a Deus (Gn. 3.5). A famigerada fome pelo poder tem levado alguns líderes a atitudes insanas. Alimentados pela bajulação, até mesmo os líderes evangélicos tem caído nesse pecado. Ainda bem que existem aqueles que não se dobram diante desse servilismo. Os cultos às celebridades evangélicas estão causando estragos às igrejas. Há aqueles que se negam a cultuar o ser humano, dando-lhe a glória que somente pertence a Deus. A religião de Nabucodosor se destaca pelo totalitarismo, apenas a sua palavra é final, com ninguém se aconselha. A consciência dos seus súditos é controlada a fim de manter sua opressão. 

EBD - CPAD - 4º Trimestre de 2014 - 3ª Lição - O Deus que Intervém na História

Deus intervém na história para que os seus servos não sejam humilhados e para a glorificação do seu nome.
O capítulo dois do livro de Daniel se constitui da revelação do plano divino para com o povo judeu e os povos gentios, para os quais Deus revela a sua soberania sobre os governos mundiais e o estabelecimento do reino messiânico. Deus intervém na história para fazer valer seus desígnios na vida da humanidade. Neste capítulo, a Babilônia aparece como dona do mundo e Nabucodonosor é o grande rei. Aproximadamente em 604 a.C., num período em que a Babilônia atingiu o seu apogeu, quando, de repente, a tranquilidade de Nabucodonosor foi ameaçada por um sonho perturbador que o deixou sem dormir. Por providência divina, o rei esqueceu o sonho para que os desígnios divinos fossem revelados ao profeta visionário Daniel. Na primeira parte do capítulo 2 temos a intervenção divina para salvar Daniel e seus amigos. A ordem do texto ajudará a entender como Deus trabalha nas circunstâncias adversas.

EBD - CPAD - 4º Trimestre de 2014 - 2ª Lição - A firmeza do caráter moral e espiritual de Daniel

Por Eliseu Antonio Gomes

No ano 605 a.C., Nabucodonosor dominou a Síria e a Palestina. No ano 606, sitiou Judá e Jerusalém e confiscou utensílios de valor do templo de Jerusalém que eram consagrados a Jeová e os levou para a Babilônia para depositá-los perante seu deus. Destruiu os muros da cidade de Jerusalém e queimou o templo de Jerusalém. Também, levou consigo nobres da casa real que eram versados em conhecimentos gerais e ciência. Cumpriu-se assim a profecia do profeta Isaías ao rei Ezequias, proferida muitos anos antes (2 Reis 25.8-21; Isaías 39.1-6), e o pronunciamento da profetiza Hulda (2 Crônicas 43.22-28). Além de cumprirem-se as profecias de Jeremias 25.11, Miqueias 4.10  e Habacuque 1.5-11.

O primeiro capítulo do livro de Daniel apresenta a história de Daniel, Ananias, Misael e Azarias, situando-os no processo de deportação de Jerusalém para a Babilônia de Nabucodonosor. Dá ênfase no caráter ilibado de Daniel e seus três amigos, que mesmo forçados a viverem em uma sociedade distante de Deus não se deixaram influenciar por seus costumes pagãos.

EBD - CPAD - 4º Trimestre de 2014 - 1ª Lição - Daniel, nosso contemporâneo

Por Eliseu Antonio Gomes 

O nome Daniel é a forma grega do nome hebraico, que quer dizer "Deus é meu juiz". Diversas passagens do livro informam que sua autoria pertence a Daniel. A narrativa em primeira pessoa, a partir do capítulo 7 e versículo 2 e as palavras de 12.4, como também as palavras de Jesus em Mateus 24.15 nos faz entender que Daniel é o autor da obra.

A vida de Daniel resume o exílio do povo de Judá. Poucos detalhes se sabe sobre ele, a não ser o que está relatado no livro que carrega seu nome. Sabemos que foi levado à Babilônia por volta de 605 a.C., quando adolescente. O fato ocorreu, aproximadamente, vinte anos antes da queda de Jerusalém. Durante décadas viveu distante de sua casa e próximo aos amigos Hananias, Mizael e Azarias. Viveu a maior parte de sua vida como exilado e serviu a reis idólatras sem se deixar influenciar pelos costumes da sociedade pagã.

Daniel é um bom exemplo para nós, cristãos do século 21:

EBD - CPAD - 4º Trimestre de 2014: Integridade Moral e Espiritual - O Legado do Livro de Daniel para a Igreja Hoje

Integridade moral e espiritual - O Legado do Livro de Daniel para a Igreja Hoje. Este é o tema escolhido para ser abordado no quarto trimestre de 2014 pela revista de escola dominical (CPAD), com comentários de Elienai Cabral.

O autor é Ministro do Evangelho, pastor da Igreja Assembleia de Deus de Sobradinho - DF, conferencista, escreveu vários livros, comentarista das revistas de Escola Dominical - Lições Bíblicas da CPAD, membro da Academia Evangélica de Letras e da Casa de Letras Emílio Conde.

Sumário:

Lição 1: Daniel, Nosso “Contemporâneo
Lição 2: A Firmeza do Caráter Moral e Espiritual de Daniel
Lição 3: O Deus que Intervém na História
Lição 4: A Providência Divina na Fidelidade Humana
Lição 5: Deus Abomina a Soberba
Lição 6: A Queda do Império Babilônico
Lição 7: Integridade em Tempos de Crise
Lição 8: Os Impérios Mundiais e o Reino do Messias
Lição 9: O Prenúncio do Tempo do Fim
Lição 10: As Setenta Semanas
Lição 11: O Homem Vestido de Linho
Lição 12: Um Tipo do Futuro Anticristo
Lição 13: O Tempo da Profecia de Daniel

E.A.G.

sexta-feira, 11 de julho de 2014

18 de Junho de 2014 - Aniversário de 103 Anos das Assembleias de Deus no Brasil

Sete características do culto verdadeiramente pentecostal


Ciro Sanches Zibordi

Primeira: o propósito principal da manifestação multiforme do Espírito em um culto coletivo é a edificação do povo de Deus (1 Co 14.4,5,12). Risos intermináveis e supostas quedas de poder edificam em quê?

Segunda: a faculdade do intelecto não deve ser desprezada no culto em que o Espírito Santo age (1 Co 14.15,20). Ninguém genuinamente usado pelo Espírito Santo deixa de raciocinar normalmente, em um culto coletivo a Deus. Isso, claro, segundo a Palavra do Senhor.


Terceira: um culto a Deus não deve levar os incrédulos a pensarem que os crentes estão loucos (1 Co 14.23). O que pensam os não-crentes que assistem a “cultos” nos quais pessoas caem ao chão, rindo sem parar, rosnando, latindo, mugindo, rugindo, uivando e rolando umas sobre as outras?

terça-feira, 27 de maio de 2014

EBD: 2º trimestre 2014 - 9ª Lição - O ministério de pastor

Por Eliseu Antonio Gomes

O apóstolo Paulo afirmou: "Esta é uma palavra fiel: se alguém deseja o episcopado, excelente obra deseja"- 1 Timóteo 3.1. Episcopado é a função pastoral.

No original do Novo Testamento, o vocábulo pastor é "poimen", que significa boiadeiro, pastor de ovelhas, alguém que cuida com carinho, alimenta, protege um rebanho. Nas páginas neotestamentárias, a palavra é aplicada com referência a Cristo (João 10.11,14, 16; Hebreus 13.20; 1 Pedro 2.25). Também, como referência a um pastor cristão a cujo carinho e liderança outras pessoas são confiadas por Jesus Cristo (Efésios 4.11).

Entre os cinco dons ministeriais, talvez o dom de pastor é o mais difícil de ser exercitado e também o mais desejado por aqueles que almejam exercer o ministério com fidelidade. O pastor necessita ser extremamente dedicado e ao mesmo tempo ter graça e unção de Deus para ser um obreiro considerado apto ao ministério cristão.

Sem dúvida, para alcançar o patamar de excelência pastoral, é indispensável que a pessoa esteja disposta a aprender os métodos de comunicação de Jesus, imitar a Jesus e ser o exemplo entre os fiéis.

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